segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Conto do mês de novembro - Egoísmo

Chove: a velha raposa está no seu esconderijo. Mas não está só; rodeiam-na as suas três filhas que querem sair mesmo a chover. E a velha raposa, de um lado para o outro, trabalhadora, inquieta, vigiando as maldades das filhas, acabou por se cansar e sentou-se molengona a abrir a boca e a fechar os olhos.
— Mãe, conta-nos uma história; mas não uma história moral; está a chover e quando há chuva, a moral não sai muito limpa…
— Disparates! – respondeu a mãe. — Uma história sem moral é uma capoeira sem galinha. Vou, pois, contar uma história, mas é preciso que as meninas estejam com atenção:
Era uma vez uma nossa parenta que possuía a mania de colecionar só objetos brilhantes: pedaços de cristal, metais, esmaltes, e em poucos meses a casa dela era um verdadeiro museu variado e valioso. E quando alguém lhe passava ao pé da porta, só de pálpebras cerradas poderia resistir a tanto brilho ali concentrado. A colecionadora mal comia. Alimentava-se a olhar para os diamantes brancos e azuis, que eram os que ela mais distinguia na sua paixão pelos brilhos. Mas, uma noite de inverno, choveu tanto, tanto, tanto, que o mundo quase se desfazia alagado em tanta chuva. Uma noite, não; enganei-me: foram três dias e três noites, fechada, sozinha, sem alimentos, e sem poder consegui-los...
— Morreu de fome, já se vê! – disse a filha mais novinha.
— Não – respondeu a raposa. — Pôs-se a gritar e ouviram-na. Ao cabo de algum trabalho, lá conseguiram chegar ao famoso esconderijo e socorreram-na como foi possível: dois frangos por sete lascas de brilhantes, outras trocas assim. Mas salvou-se, e era o importante.
— É perto daqui, minha mãe? – perguntou a do meio.
— Ainda que esteja perto, ainda que lhe toquemos com o dedo, tudo quanto não é nosso está na Lua, entendeste?
Os Contos de António Botto

Marginália Editora, s/d

domingo, 19 de novembro de 2017



Lê um dos livros que te propomos e em conjunto com os teus colegas ou com a ajuda dos teus pais envia as tuas mensagens para a biblioteca para que sejam publicadas.
Clica em cima de cada livro para o poderes ler.


20 DE NOVEMBRO - DIA UNIVERSAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA

Todos juntos faremos a diferença.
Educação para todos!
Intervenha, discuta sobre o modo como vivem as crianças no mundo!
Nós iremos discutir.








quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Semana Mundial do Aleitamento Materno


segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Caminhada Solidária "Onda Rosa"

No dia 21 de outubro venha caminhar connosco num percurso de 5 km.
Inscreva-se na biblioteca de cada escola do agrupamento ou através do link 


A inscrição é de "1 Rosa".
A verba angariada reverterá para a Liga Portuguesa contra o Cancro.
Contribuía para esta causa. A sua saúde agradece.


terça-feira, 12 de setembro de 2017

BOM ANO LETIVO!

A Biblioteca deseja a todos os seus utilizadores e amigos um bom regresso à escola.
Estamos prontos para vos receber.
Aguardamos as vossas visitas.


Como não há biblioteca sem leitores, aqui vos deixamos uma curta mensagem.

A leitura é a trave mestra da aprendizagem.
Para ter êxito na escola, cada criança/ aluno tem absoluta necessidade de dominar esta competência.


Só lendo/ ouvindo ler, conseguirá atingir esta competência! 

sexta-feira, 14 de julho de 2017

BOAS FÉRIAS

A Biblioteca Escolar deseja a toda a Comunidade Educativa umas boas férias com muito sol e MUITAS LEITURAS!


sábado, 4 de fevereiro de 2017

INTERNET SEGURA



Crianças mais seguras

domingo, 9 de outubro de 2016

16 DE OUTUBRO - DIA MUNDIAL DA ALIMENTAÇÃO


ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL - JOGA E APRENDE 



ONDA ROSA

A ONDA ROSA comemora-se de 15 a 30 de outubro.

Todos faremos a diferença.

terça-feira, 19 de julho de 2016

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Aconteceu na Biblioteca Escolar ao longo do 3º período



quinta-feira, 19 de maio de 2016

sexta-feira, 29 de abril de 2016

DIA DA MÃE

DIA 1 DE MAIO - DIA DA MÃE E DIA DO TRABALHADOR

A todas as mães, um obrigado!


MÃE

''Mãe... São três letras apenas
As desse nome bendito:
Também o Céu tem três letras...
E nelas cabe o infinito.
Para louvar nossa mãe,
Todo o bem que se disse
Nunca há de ser tão grande
Como o bem que ela nos quer...
Palavra tão pequenina,
Bem sabem os lábios meus
Que és do tamanho do Céu
E apenas menor que Deus!''
                 
                     Mário Quintana